Peregrino que caminhas ao vento (Soneto)

LuzGomes

Poeta recién llegado
Peregrino que caminhas ao vento
Não cruzes as ruelas da essência
E da natureza que te dá alento,
Ao fluir sereno da existência.

Não questiones com persistência
Tua índole, essência e criação
O homem cria-se na sua ausência
Pelos actos e escolhas sem razão.

Deixa nas vielas os teus sorrisos
E perdura o teu ser pela ilusão
Conheces a essência dos perdidos

Ó ser que não vê com o coração?
Aos que jazem na calçada escondidos
Segue os seus passos e pede perdão!

In Filhos da Luz, Clube Amigos das Letras, São Paulo, 2007
 

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