LuzGomes
Poeta recién llegado
Não penses!
Abstrai-te de tudo o que aconteceu!
Vive o novo dia como se fosse o primeiro
Da tua vida com plena inocência
A inconsciente consciência
Que o ponto último chegará
Mais dia ou menos dia...
Abstrai-te e vive!
Não digas nada!
O silêncio pertence-nos
A procura eterna de algo
É encontrada no olhar dos mortos
Sei em que pensas!
Inconfundivelmente eu sei!
Entro em ti, possuiu-te o olhar,
Vejo tudo em que pensas...
Não penses!
Não vale a pena quando se sofre
Caminha sozinho e afastado de tudo
O mundo está à tua espera
Nada digas!
Não vale a pena gastar palavras
Forçadas a nada
É inútil falar, para quê?
Somos algo esquecido no universo
In Retalhos, Papiro Editora, Abril 2006, Porto, pag. 35
Abstrai-te de tudo o que aconteceu!
Vive o novo dia como se fosse o primeiro
Da tua vida com plena inocência
A inconsciente consciência
Que o ponto último chegará
Mais dia ou menos dia...
Abstrai-te e vive!
Não digas nada!
O silêncio pertence-nos
A procura eterna de algo
É encontrada no olhar dos mortos
Sei em que pensas!
Inconfundivelmente eu sei!
Entro em ti, possuiu-te o olhar,
Vejo tudo em que pensas...
Não penses!
Não vale a pena quando se sofre
Caminha sozinho e afastado de tudo
O mundo está à tua espera
Nada digas!
Não vale a pena gastar palavras
Forçadas a nada
É inútil falar, para quê?
Somos algo esquecido no universo
In Retalhos, Papiro Editora, Abril 2006, Porto, pag. 35
:: Luz